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Na sala com Shumyara


Madrugada

22h - o sono chega quase lhe derrubando, ainda é cedo;

23h - as pálpebras pesam mais que seu corpo, o raciocinio travou e você cede ao capricho do subconsciente;

00h - após 40 minutos ouvindo o latido de um cachorro ao longe, finalmente adormece sua mente;

2h - acorda com o barulho do silêncio, que lhe pede companhia. Relembram da voz ouvida na semana, a saudade chega com as lembranças e tomam seu espaço;

5h - o silêncio adormece ao seu lado e você se entrega, apaixonadamente, aos braços de Morfeú;

6h - os sinos da igreja de Guadalupe clamam por atenção, a chuva cai mansamente lá fora;

7h - seu corpo grita, quer movimentar-se, você argumenta: é domingo, o churrasco da Rê será mais tarde!;

8h - Finalmente perde a batalha, olha pela janela: o sol pinta de dourado o azul do horizonte e o ar fresco vem lhe acariciar;

8h e alguns minutos - um suspiro escapa: Você já foi, boa de cama!



 Escrito por Shumyara às 11h50
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Bonequinha, as avesas!

Minha mãe falava que meninas deveriam ser delicadas, comportadas, falar pausadamente, serem discrestas...as vezes sinto que não correspondi as expectativas dela.

Sempre fui um desastre, mas ultimamente consegui me surpreender. Bato em todas as quinas, portas, maçanetas a minha frente, consigo até tropeçar nos meus próprios pés ao subir as escadas. Agora a pouco sentada na frente do micro, resolvi dobrar a perna sobre a cadeira e no mesmo instante, a quina da mesa exerceu uma atração avassaladora sobre o meu tornozelo, sabe aquele ossinho que tem do lado?...Exatamente! Ele foi de encontro!

Dor? Imagina, só umna lista imensa de palavrões sairam da minha boca no mesmo instante! Falhei novamente, meninas não podem falar palavrão! Isso é coisa de meninos!

Sempre questionei essa diferença, porque as brincadeiras e tudo mais relacionado a eles, eram mais interessantes que a das meninas?

Gostava de brincar de casinha, boneca, professora, médica, passava horas lendo livros e adorava ver minha mãe fazer comida! Mas nada era comparado a emoção de brincar de indio com arco e felha, ou andar de carrinho de rolemã, entre os vasos de flores no quintal da casa da minha avó ou de ir pescar na represa de Furnas com meu pai e meu avô, ou xeretar enquanto o meu pai limpava o carburador do carro.

Também não era tão emocionante, como criar formigas dentro de vidros no armário de roupas e brincar de guerra de mamona com eles na rua ou correr no barranco em frente de casa depois de uma manhã chuvosa ou tentar bancar a durona ao aprender golpes de karatê e só levar mancada do seu primo!

Assim não se compara a sensação de subir no último galho da mangueira e lá do alto saborear uma manga fresquinha ou desafiar a lei da gravidade, ao cruzar o espaço entre duas árvores sobre uma corda fina ou transformar uma rede de dormir num barco em plena tempestade em alto mar.

Bater figurinha na calçada com eles e se dar bem no final! Vale também para o jogo de bolinha de gudê!

Fazer a rabiola da pipa, melhor que seu irmão!

Frequentar o estádio de futebol e pular feito maluca com a torcida uniformizada!

Não ter nojo de graxa ou medo de levar choques de 220 volts, enquanto tenta usar a solda!

Sempre gostei da liberdade do shorts que a prisão das saias e vestidos! O chinelo ou tênis que as sandálias e meia-calça!

É mãe a senhora tentou criar uma bonequinha! Ela saiu só um pouco as avesas naquela época!

Hoje ela aprendeu a andar de salto alto pelas ruas da cidade, usar maquiagem e os demais assessórios, se portar muito bem diante da dita sociedade!

Mas confesso que no reduto do lar, quando niguém pode observar, a bonequinha avessa toma seu lugar no mundo!


* Ganhei um poema lindo do JP...passem lá para conferir!

* O fotoblog foi atualizado!!

* Eu amo minha família!!!



 Escrito por Shumyara às 02h22
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Pesquisa

O blog anda muito calmo, gosto de ver as almofadas espalhadas e a conversa aos quatro cantos, por isso o assunto hoje é polêmico, vamos falar deles, os homens!

 

Eles dizem que há mentiras realmente sinceras no dia a dia e que por mais que tentem continuam atrás de nós mulheres, na arte de enganar. Será? Eu acredito que as mulheres tem sido excelentes alunas!

 

Não importa a quanto tempo estejam juntos e quão maravilhosa você seja, ele vai olhar para a bunda daquela mulher e se você questionar, ele negara. Talvez seja uma auto-afirmação ou simplesmente a cultura transmitida de pai para filho;

 

Só quero transar se você estiver a fim! – grande mentira, nós mulheres precisamos de um cenário e o desejo ardente por aquele corpo, para eles basta apenas o querer, não importa o lugar ou a pessoa;

 

Eles têm a eterna mania de querer consertar tudo, mesmo quando você quer apenas que ele lhe ouça, sem emitir palavra alguma, precisamos de carinho, atenção, segurança e não de um senhor conserta tudo e experimente falar isso para ele, o bicho sai soltando fogo pelas ventas;

 

Seres completamente estranhos e totalmente fora de compreensão, porém eternamente necessários a nossa sobrevivência racional, carnal e psicológica: seja como marido, companheiro, ex, amigo ou inimigo mortal.

 

Meninas qual a sua visão sobre eles?

Meninos, por favor, soltem o verbo!!!

 

Beijus...



 Escrito por Shumyara às 23h19
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Aos amantes da boa escrita!!!

Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador. Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. E o artigo era bem definido, feminino, singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal. Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanáticos por leituras e filmes ortográficos.

 

O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a conversar. O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice. De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro: ótimo, pensou o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos. Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu aposto.

 

Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela. Ficaram conversando, sentados num vocativo, quando ele começou outra vez a se insinuar. Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo direto.

 

Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os dois.

Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros. Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa. Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta dela inteira.

 

Estavam na posição de primeira e segunda pessoas do singular, ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular. Nisso a porta abriu repentinamente. Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas.

 

Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história. Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo o edifício. O verbo auxiliar se entusiasmou, e mostrou o seu adjunto adnominal.

Que loucura, minha gente. Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo absoluto. Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos. Foi chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramente uma mesóclise-a-trois.

 

Só que as condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino.

O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.

 

Esta redação foi feita por uma aluna do curso de Letras, da Universidade Federal de Pernambuco - Recife, que obteve vitória em um concurso interno promovido pelo professor titular da cadeira de Gramática Portuguesa.



 Escrito por Shumyara às 00h13
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Recomeço!!!

O Aleph do Coisas de Tio, postou no dia 15/03 sobre As Escolhas, um texto maravilhoso (como sempre!) e no dia seguinte a vida fez uma escolha para mim, admito que não estava feliz a alguns meses e mesmo assim não tinha coragem de mudar o rumo, dizia ao subconsciente que as coisas poderiam melhorar, doce engano para alimentar o comodismo e destruir o tesão.

 

Acho que no fundo tinha esperança do sexto sentido ter falhado na previsão, que a movimentação das ultimas semanas eram ilusões da mente fértil, mas a hora “D” chegou e na hora o sentimental falou mais alto que a razão, a firmeza na voz era bem diferente da melancolia dos olhos, e mesmo assim surpreendi várias pessoas, demonstrei mais do que nunca a personalidade de alguém que nasceu sobre o signo de Touro.

 

Tem sido estranho falar de atividades diárias, nos dois últimos dias, sistemas complexos foram tratados de forma tão simples, e sei que na prática a complexidade é imensa, com o tempo tudo se encaixa.

 

A melhor parte são os abraços, beijos, e-mails, mensagens, declarações, telefonemas, eles vem de todos os lados e de pessoas pouco prováveis, e no final das contas você repensa diversas situações, relembra momentos do fundo do baú e agradece a vida por mais uma vez ter sido tão sábia e benevolente!

 

No momento tudo é festa, curtição, viagens, leituras, organização, visitas, networking ativo, loucuras no MSN, enfim férias!!!!

 

Galera Linda, que visita essa sala...Hoje o dia é de festa !!!....

 

- Semana de festa de 1 ano no blog do Leco, vamos deixar esse pós adolescente mais narcisista;

 

- Tem texto meu no blog da Loba (amanhã);

 

- Tem perfil da moçoila aqui, no BBB (hoje ou amanhã, e lembrem de deixar comentários a meu favor lá! );

 

- Altos papos no MSN no final de semana;

 

- E pavê sonho de valsa no cafofo!!!...dieta volta na segunda!

 

Bom final de semana a todos!

Que o sol brilhe em nossas almas com a mesma intensidade que ele brilha lá no céu!

 

Beijús

 Escrito por Shumyara às 01h26
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Banheiro

Hoje resolvi falar daquele que todos procuram algumas vezes no dia, que pode ter vários formatos, cheiros, alguns o acham um canto deprimente, outros o transformam em verdadeiros castelos luxuosos, exatamente isso que você pensou, porque a cara de espanto? Hoje vamos falar sobre o BANHEIRO!

 

O banheiro é o cômodo preferido e mais disputado numa casa, pelo menos numa casa com família grande e um único banheiro é algo disputadíssimo! Você pode passar algumas horas no mais profundo silêncio, sem que ninguém azucrine a sua vida.

 

Na casa dos meus avós o banheiro é do mesmo tamanho que o quarto, meu avô fez um banquinho, para quê? Leitura!

Pode parecer maluquice (eu sei que é), mas a família do meu pai adora ler no banheiro, tudo bem que quando eles entram lá, você pode esquecer porque eles perdem a noção do tempo, meu pai fazia palavra cruzada e lia o jornal inteiro hoje em dia ele leva os livros, mas não tem tanto stress durante a semana é ele e minha mãe em casa!

 

Em casa era uma briga danada com os homens, para não deixarem a tampa levantada e nem respingos nas laterais, o ultimo a tomar banho tinha que deixá-lo em ordem, minha irmã quando criança ensaiava beijos no espelho e sempre deixava marcar, meu irmão fazia dele uma verdadeira piscina e eu acabei pegando a mania de leitura da família, quando morava em casa, cheguei a ler oito capítulos do romance “Entre o amor e a Razão”, sentadinha atrás da porta no maior sossego, era o meu paraíso dentro de casa, no quarto era impossível ler pois dividia o espaço com minhas duas irmãs!

 

Hoje em dia não o utilizo para leitura, mas mantenho uma relação de grande amizade, dentro daquelas paredes já chorei, ri, amei, pensei, questionei, da janela posso observar o que acontece nos blocos vizinhos (mas isso merece um post especial), adoro sentir o cheirinho de erva doce, ver o colorido dos frascos de cremes, perfumes, xampus, acho que é o cômodo mais organizado do cafofo!

 

E ai, qual a sua relação com o seu banheiro? Amor? Ódio? Indiferença?



 Escrito por Shumyara às 08h44
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Viciada

Descobri esse final de semana que estou viciada, completamente tomada por algo mais forte que heroina, LSD, crack, ecstasi (é assim que se escreve?)...consigo controlar a tremedeira por algumas horas, porém logo a cabeça voltava a girar vertiginosamente!

Na sexta fui na academia, 50 minutos de hidroginástica deixaram meu corpo mais mole que gelatina, cheguei em casa e capotei por três horas, acordei com a boca seca e a tremedeira novamente...rezei, ouvi musica, contei carneirinho, escutei o filho da minha vizinha (aproveitou a ausencia da mãe) saciar os desejos da namorada, respiração controlada, pensamentos bons....e quando o céu estrelado começou a ceder espaço para os raios do sol adormeci, acordei algumas horas depois com o celular tocando era a Lu chamando para ir na academia, convite adiado e o Morféu jogou seu braços sobre o meu corpo novamente!

A tarde o corpo voltou a dar sinais de revolta pela abstinência, tinha combinado com a Fran e a Cherry em Sampa no final da tarde, resolvi ir mais cedo e dar uns bordejos por lá, primeira vez indo sozinha de carro para Sampa e a adrenalina tomou conta do meu corpo e a tremedeira deu uma folga, rimos muito e fofo..ops...trocamos assuntos mais ainda, voltei para casa babando depois da Fran ter apresentado a FNAC da Paulista...o lugar é gigantesco e com preços bem melhores que os da filial daqui...rs!

Domingão, acordei cedo e a sensação de revolta tava presente, tentei de tudo, fiz caminhada, limpei a casa, fiz almoço, li Anjos e Demônios quase inteiro e dei graças a Deus quando o médico Dudu chegou, duas horas de exames e o diagnóstico final foi:

- O problema está no modem, vai ter que trocar! Vou levar e amanhã trago o micro!...

Bom espero que ele consiga resolver isso hoje, pois não sei se aguento ficar mais uma noite sem as loucuras do MSN Madrugada, preciso das declarações do JP, das provocações do Leco, dos textos torpedos da Plis, dos conchavos com a Fran, do karinho da Ká, dos papos cabeça com o Junior, preciso ler os blogs e confabular sobre o Reino de Lothian e o BBB.

Ahn, não estão sabendo do BBB?...sorry!!! Estou agora em outro blog Big Blogger Brazil, no mesmo esquema do programa da Globo e claro que eu conto com a presença e votos de todos voces para que eu ganhe o prêmio final!...

E para finalizar ....

Feliz Valentine's Day!!!!

muito beijú na boca, cafuné, chamego e juízo com o resto!..



 Escrito por Shumyara às 09h53
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A arte imita a vida...ou a vida imita a arte???

And so it is just like you said it would be
Life goes easy on me
most of the time
And so it is the shorter story
No love, no glory
No hero in her sky

-         Porquê?

-         Necessidade!

-         Do que?

-         Vida, prazer, aventura, adrenalina, desafio.

-         Maluca depravada!

-         Tive um bom professor! Amanhã irei embora!

-         Não quero que vá!

-         Como não, te trai!

-         Eu nunca fui fiel, tive outras além de você!

-         Outras? Porque está me contado agora, é despeito?

-         Quero ser sincero!

-         Não acha que é um pouco tarde?

-         Nunca é tarde!

-         Para você pode ser simples, mas não te amo mais!

-         Desde quando?

-         Agora...Agorinha!

 

I can't take my mind off of you
I can't take my mind off you
I can't take my mind off of you
I can't take my mind...
my mind...my mind...

Ficção? Para muitas pessoas acredito que sim! No meu caso, um grande fundo de verdade!

Mas você é inocente e pura! Fui até te conhecer, agora sou um mostro criado pelo seu desejo!

Não quero que você mude! Tarde demais o vaso quebrou!

Você merece coisa melhor? É mesmo, ta falando sério? Achei que eu deveria saber o que é melhor para mim!

Gosto muito de você! Não quero a sua piedade, guarde para a próxima vitima do seu egocentrismo!

Você vai encontrar alguém para te fazer feliz! Sim, sabe porque?

Não! Porque sou boa demais!



 Escrito por Shumyara às 00h48
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Sonhar Mais um sonho impossível. Lutar Quando é fácil ceder. Vencer o inimigo invencível - Chico buarque

Alguns dizem que o sonho é pura magia que nos reporta ao mundo do impossível ou como diria Peter Pan a Terra do Nunca, dentro do sonho podemos ser o ser mais amado e belo do mundo, ou então um milionário ganhador do premio de R$ 15.000.000,00 da Mega Sena ou simplesmente aquele alguém importante para outro ser.

 

Outros dizem que são projeção astral e que vagamos pelo espaço em buscas dos nossos afins, trabalhando para um bem comum.

 

Eles também podem assumir a postura de um pai repressor na figura do subconsciente, nos mostrando algo que não deveria ter sido feito ou que poderia ser resolvido de outra forma.

 

Sonhos confusos, agitado, contraditório, você pode sentir que vai cair e acorda esticado no chão do seu quarto ou então ficar se debatendo feito um maluco na cama tentando de alguma forma acabar com o travesseiro que pareceu criar vida, segurar na ponta de um capim para evitar sua queda no abismo sem fim, matar cobras e lagartos gigantescos ou bicho papões saindo do armario.

 

Existem aqueles premonitórios que você vê algo que pode se materializar um dia como não, isso independe do seu desejo, são como as leis do universo e você percebe o quão pequeno é diante do mundo.

 

Tem aqueles sonhos pesados ou desmemoriados que você tem a impressão que passou a noite inteira e não sonhou e acorda com a sensação que não foi suficiente e que o sonho da noite deveria ter durado um bucadinho mais.

 

Os sonhos assumem várias formas, o importante é que eles existem e estão ao nosso redor o tempo todo, seja dormindo na cama do seu quarto, sentado na cadeira do escritório enquanto o chefe descreve uma lista de tarefas a serem cumpridas logo depois de um feriado de 4 dias, ou dentro do carro dirigindo pelas ruas movimentada da cidade grande ouvindo as buzinas quando a luz verde acedeu e você continuou parado, nas páginas de um livro ou nas ondas de uma música que embala seus momentos de lazer, ou no olhar daquele alguém que um dia te deu a Lua como presente, ou no sorriso inocente da criança que não aprendeu as maldades do mundo e seu maior sonho é de um dia ser como aquele ser alto a sua frente!

 

No mundo dos sonhos, o impossível se torna possível pelo simples fato de ser um sonho querido pelos desejos do impossível!

 

Notas de rodapé:

* o fotoblog foi atualizado...Confira meus trabalhos como fotografa amadora;

* conheci melhor um grande amigo, ganhei dele muitos paparicos e mais um anjinho para a minha coleção;

* perdi feio no boliche e ri muito das palhaçadas da galera;

* o chat suruba de ontem me deixou com o canto da boca doendo de tanto rir;

* a certeza do fim não existe mais e a dor da ausência fez visita no feriado, hoje cedo mandei ela embora com a água do chuveiro! A esperança como sempre permanece ao meu lado!

 

Beijus sonhadores nesta tarde de quarta-feira de cinzas...Ensolarada como as manhãs da primavera na montanha e as tarde de sol a beira mar!!!

 



 Escrito por Shumyara às 14h55
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Parceria

Ois!!!...hoje teremos um conto caliente escrito a 4 mãos by Cherry e Shumyara - o inicio está lá no Conversa de Mulheres e o final vocês conferem aqui....

Beijús e um ótimo carnaval a todos!!!

Um ano depois...

 

Agora, naquele momento, queria tanto aquele homem, sentir que não apenas o seu cheiro inesquecível tomava conta dela, mas preencher cada vácuo de seu corpo, saciar  todos os desejos (a)guardados.

 

Cada pedaço de pele foi explorado, vagarosamente, sem se preocuparem com o lugar onde estavam se poderiam ser surpreendidos por alguém. Pelo contrário, esses fatores faziam com que ela sentisse ainda mais selvagem.

 

Seus sentidos e quereres estavam todos voltados para aquele homem que sabia como nenhum outro simplificar toda complexidade libidinosa que só conseguia satisfazer.

 

Passara tanto tempo pensando nele, relembrando seu toque, seu sabor, que agora dava-se o direito de não pensar em mais nada a não ser aplacar e realizar seus sonhos solitários...

 

Os pelos eriçados em resposta ao toque urgente do amante, nem a brisa fria da noite conseguia esfriar seu corpo. Os estremecimentos febris vinham como pedidos. As mãos dele percorrendo suas coxas entrando pela saia. Não era novidade para ele a ausência da calcinha. E sentindo-a úmida e receptiva, não conseguiu mais se conter e deslizou para dentro dela, sentindo cada contração a apertar-lhe o falo.

 

No inicio os movimentos eram lentos o que só contribuía para aumentar o desespero dolorido dela, que queria mais e mais. Sussurros inteligíveis ecoavam pelo jardim, murmúrios desconexos atravessavam os ouvidos, os lábios se tocavam com sofreguidão liberando todo o desejo reprimido, a língua hábil movimentando-se e entorpecendo-a o êxtase chegou para ela ao mesmo tempo em que seus olhos se encontraram e ela teve a certeza de que o tempo jamais apagará a marca indelével que deixou na alma daquele homem!

 

Percebeu que ele também já estava incontrolável pelos ritmos acelerados e vigorosos do corpo másculo. Jogou a cabeça para trás, estava totalmente entregue aquele momento insano. As respirações descompassadas, os dedos dele cravados em seus quadris, os dedos dela cravados nos ombros dele, a Lua e ela espelhados nos olhos dele.

 

Toda inquietação esvaiu-se, misturada no liquido morno de seus gozos escorrendo por suas coxas.

 

E juntos tornaram-se parte divinal amalgamados aos elementos da natureza, mesmo que por um efêmero segundo...

 



 Escrito por Shumyara às 08h18
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MSN, dia 11 de janeiro de 2005 – 16h

Kaka diz: Shu, desliga meu micro pra mim, to enrolada aqui e vou demorar. Please!!!

Shumyara diz: eu vou matar ...

Kaka : matar eu? pq? ajuda, Shu!!!

Shumyara: quem me ajuda???? Ninguém né?...e ainda qeurem meus relatórios lindos em marvilhosos no final do mês...

Kaka : hehehe...sem stress.

Shumyara,:....EU NÃO ESTOU STRESSADA......apenas estou com vontade de morder canelinhas alheias....

Kaka : hehehe...vem não..só tenho osso!

Shumyara,:.não sou fã de canela de mulher!

Kaka : então? vai desligar meu micro?....eu q tenho q ficar nervosaaaaaaaaa!!!...to aqui em Sampa, quase chamando o submarino!

Shumyara:...eu já desliguei seu micro...xiiii, sei que Sampa tem tudo, mas não sabia que alugava submarino e tu vai atracar a onde aqui em Campinas??

Kaka : tem sim, vc pega ao lado da Marginal Tietê e tem um ponto ai no Piçarrão....é rapi10.

Shumyara:... bom saber!...e tu vai para casa embaixo de chuva??? vc.largou o guarda-chuva aqui, não parou de chover nenhum minuto e agora tá dando um ventão forte....cuidado p/ não sair voando quando chegar aqui...

Kaka : olha o jeito q vc fala comigo!!!......q absurdo!

Shumyara:

Kaka : esqueceu q eu carrego tijolo no bolso? esse risco eu não corro, tá?!  rsrs

Shumyara,: vixeMaria, corre sim, tira eles do bolso sua maluca...vai se afogar na sarjeta assim....

Kaka : poooxa!...além de magrela, ta me chamando de baixinha?!...q absurdo!!!..desce daí e fala direito comigo, menina.

Shumyara: pera ai....eu vou pegar a almofada e sentar...será que dá?...ou é melhor eu deitar??

Kaka :q absurdo!!! ninguém merece!!!

 

* Ganhamos pouco, trabalhamos muito, mas a diversão é o melhor de tudo! 



 Escrito por Shumyara às 09h08
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