BRASIL, Sudeste, CAMPINAS, Mulher, de 26 a 35 anos, Animais, Gastronomia, Família, amigos e tudo de bom da vida!


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Na sala com Shumyara


Comédia da Vida Privada

O domingo foi tranquilo e a volta para casa parecia ser mais tranquila ainda, pelo menos era o que ele pensava. Alguns minutos após o embarque, a cena trágica-cômica ou cômica-trágica (existe esse termo?) iniciou.

- Mootooristaaa, para o onibus que eu quero mijaaarrr!!!!

A voz mole vinha do acento ao seu lado. Foi com tristeza que ele viu a figura desfigurada (pela bebida) daquela mulher!

- Mootooristaaa, para o onibus que eu quero mijaaarrr!!!! Ops, mijaarr não, mijaarr é feio! Mootooristaaa, para o onibus que eu preciso fazer xixiii!

A ladainha continuou por mais alguns minutos, até que a mulher percebeu que o onibus não iria parar!

- Mootooristaaa, você não vai parar? Tudo bem! Eu seguro, "ela" é apertadinha, eu aguento! O Zééé foi para o RJ, mas eu não sou puta. Eu não sou puta, entendeu? "Ela" é apertadinha eu seguro! Eu quero o meu Zééé. Mootoooristaa, trás o meu Zééé de volta! Ele foi para o RJ procurar trabalho, um dia ele volta, eu sei que ele volta. Eu quero o meu Zééé.

A mulher caiu no choro e ele olhava a cena com vontade de rir ao mesmo tempo em que sentia pena daquela criatura. Ao chegar no ponto final, a mulher levantou cambaleando e foi nesse momento que ele percebeu que ela tinha uma criança ao lado, ele segurou a criança e ajudou a mulher descer os degraus do onibus.

Em pé na plataforma da estação, ele ficou olhando a figura distorcida sair cambaleando pelas ruas e desaparecer dentro da noite!


Essa cena é veridica e foi narrada para mim semana passada, depois de ter viajado nove horas de onibus, cheguei em casa por volta da meia noite só pensando na minha cama e sinceramente não sabia se ria da cena (a narrativa enlouquente do meu irmão, merecia o Oscar) ou se sentia pena da tal mulher!

Fiquei imaginando a cabeça daquela criança ao ver a mãe em tal estado. Será que ele sabia que o pai os tinha abandonado? Será que a mãe que aquela cena deplorável era constante? Que exemplo aquela criança teria na vida? Como seria o futuro dela?

As perguntas fervilharam na minha cabeça, mas nenhuma respota apareceu. Espero apenas que o amor de mãe, seja mais forte que o amor de mulher e que aquela criatura consiga sobreviver e criar o filho com dignidade!



 Escrito por Shumyara às 09h52
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Regresso do meu mundo mágico

Oia, eu aqui traves!!!!...Pessoal, rodei por vários lugares e vocês acreditam que não encontrei nenhuma malinha perdida? Não sei o que aconteceu, mas as malas sumiram do mercado, nesses ultimos dias só encontrei sacolas, bolsas e mochilas e todas elas cheias de roupas. Acho que a revolção das malas ficará para outra temporada!

Mesmo sem encontrar a mala recheada de dinheiro, a viagem foi ótima ou melhor dizendo foi maravilhosa!

Nada como uns dias junto com a família no mundo mágico que fica escondido no meio do mato. Nada como dormir ao som de grilos e sapos. Acordar com o sol e dormir com as galinhas! Nada mais gostoso que ouvir o som de vozes tão queridas, risadas que te acompanharam a vida inteira, cheiros que te fazem relembrar a infância, as comemorações e o dia-a-dia familiar.

Esses dias foram ausentes de malas, porém repletos de alegrias. Foram dias recheados de carinhos, de abraços e gestos que o dinheiro não pode comprar.

Dias em que a mulher cedeu espaço para a criança e o lema foi viver a diversão, pura e simples. Para isso a mulher e os irmãos deixaram os protocolos de lado e junto com o sobrinho, que comemorava seus dois anos de vida, rolaram pelo chão de um salão de festas estourando tubos e mais tubos de bexigas, cena que tirou risos e gargalhadas e deixou muito adulto com vontade de entrar no meio dos balões.

Na companhia das crianças tudo é festa, mesmo que você tenha que ir brincar no banco de areia depois do almoço e seu corpo implorando pelo sofá; ou jogar bola por entre as árvores e cair, despropositadamente, na terra só para ver as gargalhadas do sobrinho; voltar para casa parecendo uma porquinha e continuar com a farra dentro do banheiro.

Tudo isso é valioso, porque não tem dinheiro no mundo que pague a alegria de ver o sorriso no rosto de uma criança que você ama incondicionalmente, muito menos a sensação de felicidade ao ter esse garotinho, de dois anos, pendurado no teu pescoço pedindo para ser rodado mais um pouco no arte ou te encher a bochecha de beijo pelo simples fato de você ter estado com ele por inteiro, sem regras, sem vergonha de brincar.

O único problema é quando o relógio anuncia que é hora de partir, que a carruagem voltará a ser uma simples abóbora em pouco tempo. Não é nada fácil deixar o seu mundo mágico lá no meio do mato, protegido por risos, protegido pelo amor familiar e você ter que voltar a ser a mulher e assumir a vida dos negócios.

Quem dera se pudessemos viver apenas do mundo mágico, dos momentos felizes e da companhia de quem amamos. Quem dera que a vida fosse feita do nosso querer. Porém a vida tem sua sabedoria, mesmo quando não concordamos com essa sabedoria!

O que consola, é saber que o mundo mágico continuará lá no meio do mato, escondido por entre as árvores e protegido pelo rio e pelas pessoas que você ama e a mulher leva consigo a certeza de que voltará logo, pois não tem mala perdida no mundo, que seja capaz de pagar por um único segundo ao lado de quem amamos!


Depois de queimar alguns neuronios, consegui trazer a sala de volta!

Uma ótima semana à todos!

Beijus



 Escrito por Shumyara às 10h45
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Atrás da Mala

Ois...tudo bem por ai?

Antes de mais nada quero deseja um Feliz dia do Amigo, uma feliz semana, um feliz ano e que a nossa amizade continue firme e forte por muitas decadas (será que vocês me aguentam???..rsrs)!

Queria também pedir desculpas pela ausência das últimas semanas, sei que estou em falta com muitos de vocês, mas não é nada pessoal. Ando correndo com umas coisas aqui, mas saibam que amo muito cada um de vocês!

Bom, como vocês tem visto nos noticiários, estamos tendo alguns problemas com malas de dinheiro nos aeroportos desse país! As danadas estão armando uma revolução e eu soube por fontes seguras, que elas estão planejando uma mega operação. Por conta disso, resolvi percorrer algumas cidades do nosso país, quem sabe eu não encontro uma mala perdida numa dessas cidadezinhas, já pensou?

Deseje-me sorte, pois quem sabe na volta eu resolva fazer como alguns políticos e distribuir empréstimo aos amigos, sem cobrar juros ou algo do tipo, claro!

E jamais se esqueçam: A mentira tem perna curta, mas nossos mentirosos usam jatinho!

Beijus!!



 Escrito por Shumyara às 17h24
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Faz de conta

Coloquei essa imagem no blog ano passado e sinceramente, nunca pensei que um dia ela fosse parecer tão real!

Não quero e não pretendo atacar o PT ou o nosso presidente. Quero apenas registrar a minha indignação com as notícias que tenho visto na TV e nos jornais.

Vejo um mundo mágico sendo materializado no meio de mentiras e falcatruas. Vejo políticos alegando perante a sociedade não saberem dos desvios e empréstimos de campanhas, vejo esquemas milionários sendo desvendados, vejo contradições e contradições num curto espaço de tempo, vejo malas de dinheiro circularem pelo país como se fossem águas percorrendo os rios, vejo pessoas trazendo à publico vários contos de estórias.

Será que essas pessoas acreditam mesmo que nós, brasileiros, somos tão inocentes assim? Será que nos vêem como crianças de dois anos encantadas por histórias da carochinha? Será que nos consideram um povo tão sem mémoria? Ou será que eles pensam que nós, brasileiros, estamos acostumados com os contos de fadas? Será que nossos políticos vivem no mundo do faz-de-conta?

No mundo do faz-de-conta, tudo é possível. O herói sempre consegue salvar a donzela das garras do mal. Porém no mundo real, o mundo no qual eu acredito viver, a estória é outra, pelo menos espero que seja!

Quero acreditar que tudo isso não vá acabar em pizza! Que os responsáveis pelas investigações averiguem as denuncias e que os culpados sejam punidos, espero que a alta cúpula do PT consiga provar que não sabiam dos empréstimos e que o nosso presidente não fez uso do caixa-dois, espero que os votos das campanhas não tenham sido comprados, espero que tudo isso, não seja apenas a ponta do iceberg!

Espero não ter que ir as ruas novamente e pedir a cabeça do presidente, espero que a população não tenha sido enganada mais uma vez. Quero acreditar que no Brasil a política pode ser levada a sério, mesmo que por apenas 1% dos ocupantes das cadeiras legislativas deste país.

Quero que o mundo do faz-de-conta seja formado apenas por estórias da Branca de Neve, Rapunzel e Chapelzinho. Quero o mundo mágico de Monteiro Lobato e as doces lendas folclóricas!



 Escrito por Shumyara às 22h44
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Minha vida adulta começou aos oitos anos!

 Esse post surgiu semana passada, durante uma conversa MSNênica com a Shi – Sol da Manhã – depois de alguns bons minutos de prosa solta, muitas alucinações e a língua soltinha da silva saura, Dona Shi, lança a sugestão: Essa conversa daria um baita post!

 

Você consegue imaginar a cabeça de uma criança que nasceu numa família de origem italiana e espanhola? Imagine um ser grande, grande de altura, com ossatura larga, um ser que só de perna, hoje em dia, tem exatos 1,20m. Imaginou? Pois então, eu sou esse ser.

 

Além de ser a filha mais velha em casa, era considerada a mãezona da turma na escola, isso desde o pré. Quando criança detestava o apelido de “Grandona” ou qualquer outra terminação com “ão”.

Minhas amigas eram de estatura mediana ou baixa, isso já me deixava pé da vida, por mais que eu tentasse ser delicada, elas me chamavam de desastrada, por isso passava boa parte do tempo em companhia dos meninos isso até os doze anos quando eu fiquei mais alta do que eles.

Meu uniforme no colégio sempre foi três números acima do normal. As calças compridas do meu tamanho ficavam pescador e as blusas de manga comprida viravam manga 3/4, conclusão: minha mãe encomendava números grandes e depois mandava apertar a cintura e o corpo.

 

Aos oitos anos eu deixei a sessão infantil e passei a usar a sessão juvenil, era uma tortura. Eu queira usar roupas como as minhas amigas usavam, mas tudo ficava curto ou apertado. Aos onze anos o meu corpo começou a mudar, ganhei formas e curvas, a sessão juvenil ficou para trás e lá fui eu percorrer os corredores da sessão adulta (talvez venha dai, a minha adoração por decotes e transparências!) e as roupas dessa sessão iam contra o meu estilo de vida.

 

Sempre fui moleca, dessas de subir em arvores, andar de carrinho de rolimã, bater figurinha, empinar pipa, soltar pião, brincava de pique-esconde e adorava brincar na enxurrada e tomar banho de chuva. Isso tudo em companhia dos meninos (eles sempre foram mais interessantes). Um belo dia minha mãe inicia uma conversa: Você precisa tomar cuidado (Como assim?), você não é mais criança (não?) Seu corpo está mudando e daqui algum tempo....(lá foi a minha mãe explicar tudinho, tudinho mesmo).

Prestei atenção, mas continuei levando a minha vidinha de menina-mulher no meio dos meninos, até o dia que ganhei meu primeiro sutiã. Foi uma guerra em casa, chorei tanto e só aceitei vestir e sair na rua com ele, depois que minha mãe usou uma tática drástica: Se você não usar, daqui alguns anos eles baterão no pé!.

 

O susto deu certo e durante dois anos fui à única menina da turma que usava o dito cujo. Os meninos tiravam a maior onda da minha cara e tive que impor minha personalidade durona e cortei os comentários e brincadeiras em pouco tempo.

 

Já que não podia fazer nada para mudar a situação (da minha altura e do meu desenvolvimento precoce), tratei logo de tirar proveito da situação. Sempre tive uma resposta na ponta da língua para a brincadeira mais inocente que surgisse, meu primeiro pedido de casamento aconteceu aos doze anos e o segundo aos treze (esse com direito a se ajoelhar no portão de casa), enquanto a minha mãe ria, o meu pai colocava os meninos para correr, tive meu primeiro vestido sensual aos treze anos (o que me rendeu a conquista do meu primeiro amor, mas conto essa história outro dia).

 

Acho que o principal motivo para eu não ter virado uma mulher paranóica (ou não?), foi o fato dos meus pais sempre ressaltarem os lados positivos da altura e por isso conseguia achar graça da cara de susto do povo goiano, quando fui morar em GO, não tenho culpa deles baterem no meu ombro.

 

Agora não me perguntem quantas vezes tive que sair com sapato baixo para poder dar uns beijos, ou de ficar no degrau debaixo da escada, nem de namorar sentada para nivelar as cabeças. Mas na horizontal tudo se resolve...rs



 Escrito por Shumyara às 14h27
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Sexta Vermelha

Eu não ia atualizar o blog hoje, mas acabei de ler um comentário do Dácio:

"Shu, vc não perdeu o juízo, sexta-feira é o dia do vermelho-excita-que-eu-quero-ver-no-que-vai-dar, e o importante é dar, porque é dando que se recebe, mas não provoque infartos. O que adianta um defunto morto? O "de cujus" tem que estar vivo e bem. Dácio"

Depois de um comentário desses, a mente insana entrou em ação!

Beijus a todos!

************************

 

Sei que você se esconde, medo da felicidade?

Pode ser, mas eu sempre te acho ou será tu que sempre voltas?

Entre nós não existem segredos, nem regras ou juízos;

Somos feito da mesma massa, dos mesmos pecados e da mesma vontade;

Basta nos um olhar ou sorriso, para que os nossos corpos comecem a bailar;

A melodia dos gemidos soa pelos cantos da casa, espalhando com ar o aroma dos nossos corpos;

Vejo nos seus olhos o brilho do prazer e sinto na sua pele o calor do desejo;

Um ritmo solto e maroto, um giro pelas estrelas, um deslize sobre os líquidos e lá permanecemos preso apenas ao desejo da paixão;

A ti me entrego por inteira, pois sei que por mais que tenhas medo da felicidade,

teu corpo me diz que sou a única a te levar a loucura e saciar teus gozos!



 Escrito por Shumyara às 14h56
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CORRENTE MUSICAL

 

 

 

Qtos bytes usados com musica no seu computador?

Eu costumo passar as músicas para os CDs, no momento tem só 2 GB.

 

Último CD que comprei?

Foram três (Mega promoção da FNAC) : Coletânea Alcione, Divas e Summer Hits

 

Música tocando no momento?

La tortura – Alejandro Sanz e Shakira (influência das aulas de espanhol)

 

Cinco música que tenho escutado bastante?

Bizarre Love Triangle – Frente; Primavera – Tim Maia; Lilás – Dijavan; Rosa – Marisa Monte; Miss Sarevejo – U2 e Pavarotti

 

Seis pessoas pra passar?

Tudo isso? Rsrs....Jady , Lu Monte , Aleph , Leco , Teti  e Orlane

 

 

 

(Continua aqui embaixo.....)



 Escrito por Shumyara às 10h37
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CORRENTE BLOGUISTICA

 

 

 

Qual personagem habita seu blog quando menos espera?

MSPs, Aleph e Vanessa, eles vivem na correria.

 

Que post ficou na espera, o bonde passou e vc não publicou?

Vários, às vezes começo a escrever e a inspiração some e o post fica lá guardado.

 

Quando a imagem é (ou foi) maior do que qualquer outro texto?

O texto/imagem - Um dia – Mario Quintana, que coloquei no blog em abril do ano passado.

 

Muitos blogueiros de carne e osso, ou apenas virtuais?

Tenho sorte, conheci muito blogueiros e do que depender de mim, ainda conhecerei todos que costumo visitar.

 

Se um novo batizado fosse possível, que nome escolheria (existente ou inédito) para o seu blog?

Acho que se tivesse que mudar seria: Conversa de Travesseiro...rs

O blog já foi rebatizado, no começo era Metamorfose e durou 2 meses, até que eu descobri que os pots eram mais uma conversa na sala.

 

Quando é que dá vontade de eliminar o sistema de comentários?

Sinceramente adoro quando vejo a sala cheia de almofadas, muitas vezes escrevo os post com uma intenção e o pessoal deixa comentários completamente diferentes...adoro essa bagunça!

 

Que blog ou blogueiro presente ou ausente muitas vezes te traz saudades?

Morro de saudades do blog da Shanex, sempre falando sobre os problemas sentimentais do dia a dia, e sinto uma falta danada dos posts malucos do Chez Vanessa (ela disse que vai voltar, vamos ver)!

 

Passar para três pessoas?

Jady, Lu Monte e Leco



 Escrito por Shumyara às 10h36
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Resumo da Ópera

Mammys chegou na quinta-feira e a vida que andava paradinha, tá num agito só. Não sei da onde ela tira tanta energia e disposição, minha pilha esgota no meio do dia e a dela continua quase que intacta. Será que uma mulher recebe pilha extra depois da maternidade? Se for, a minha ganhou várias pilhas extras!

E por conta dela estar na cidade, minha dieta saiu de férias e desligou o celular. É um tal de fazer isso porque fulano gosta, essa que ciclano tava com vontade, aquele que o beltrano pediu. E euzinha tenho que manter distância da casa da minha avó ou chegar em horários estratégicos (que não funcionam nunca, mas eu tento)!

As respostas continuam em falta e a notícia esperada ainda não chegou, mas a esperança é a ultima que morre e como eu não pretendo entregar os pontos tão cedo, continuo no aguardo. Para ocupar o tempo ando lotando meu micro com músicas, tem de tudo um pouco desde de Marisa Monte, passando por Roberto Carlos, com uma paradinha no Legião Urbana, Paralamas, Gil, Caetano e Kid Abelha, um leve girar pelo mundo do U2 e alguns clássicos internacionais, agora só falta uns forrós e como estou na onda eclética resolvi ter pelo menos 3 músicas de cada estilo, vamos ver o tamanho da suruba no final!

As aulas de espanhol estão indo muy bien! Pena que as férias chegaram por lá, também, mas como não sou boba, chamei o pessoal para sairmos durante a semana, além de manter o contato poderemos treinar um pouquito!

Acho que perdi meu juízo em algum ponto do tempo (só não sei bem onde), sexta-feira vesti o vermelho (da Loba) literalmente e quase mato "uns" do coração, não satisfeita continuei com o vermelho no sábado e chego ao ponto quase provocar um infarto, domingo amanhece e eu sigo no bom e velho branco.

Chega de papo furado e conversa de taipa de fogão à lenha com direito a cafezinho e pão de queijo ou se preferir um bolo de milho ou uma taiada de pão com manteiga e chocolatada...rs

Beijus e uma ótima semana a todos!



 Escrito por Shumyara às 10h45
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